Menorah

Também chamada de candelabro, castiçal, ou ainda candeeiro, simboliza a unidade e a integridade da história do povo judeu.

Anos a fio de brutais perseguições não extinguiram as suas chamas, e os judeus, ao final, sobreviveram.

A Menorah sempre recebia todos os cuidados necessários e acompanhava os judeus aonde quer que eles fossem.

Primeiramente foi a coluna de fogo que conduziu Israel na peregrinação egípcia pelo deserto (Êx 13.21), depois a Menorah como símbolo do fogo eterno que nunca se apaga acompanhou o povo judeu em suas gerações.

Uma Menorah bem elaborada foi colocada no centro do tabernáculo de Moisés, e era o primeiro objeto que se via no Santo Lugar, juntamente com a mesa dos pães e o altar de incenso (Hb 9.2). Ela era de ouro puro (Nm 8.4), não era uma peça fundida, mas forjada a martelo por um hábil ourives, partindo-se de um talento de ouro (Êx 25.39).

Para se chegar ao produto final, era continuamente golpeada.

A haste principal e o seis braços formavam uma só peça maciça, que davam suporte à sete lâmpadas de azeite, as quais forneciam a luz naquela escuridão.

As lâmpadas eram cheias de azeite de oliva puro, não de óleo comum (Êx 27.20).

Cada lâmpada recebia cuidados especiais: a parte queimada do pavio não emitia luz. Cabia ao sacerdote, todas as tardes, remover a sujeira e por em ordem as lâmpadas.

Baseado no candeeiro de sete braços do templo de Herodes, O Libertador de Israel construiu a sua própria e bem elaborada Menorah, com cerca de 1,5m de altura, para ser utilizada em ocasiões muito especiais. A diferença entre elas está na base: aquela gravada no Arco de Tito tem um pedestal octogonal maciço com relevos de animais, e a do Libertador está firmada sobre um pedestal dividido em dois hexágonos (totalizando doze lados), com os nomes das tribos de Israel em hebraico.

MORI, Paulo – Bacharel Teologia – Licenciado Pedagogia / Filosofia – Pós graduado Docência do ensino Superior – Pós Graduando Gestão Escolar – Técnico Eletrônico CREA nº 50616783000 / Profetico